sexta-feira, 15 de abril de 2011

O gosto pela fotografia e pelo personagem

Memória fotográfica real

A fotografia pode se tornar bastante apreciável quando é bem feita e bem enquadrada em um contexto que dá história à foto. Esse tipo de trabalho deve ser sempre valorizado, mas não apenas por sua dificuldade em faze-lo e, sim devido a sua essência e representatividade, seja ela objetiva ou subjetiva. Para muitos, a boa foto se espelha em uma produção totalmente pensada, avaliada e planejada, o que também não retira nenhuma credibilidade do trabalho, muito pelo contrário, mesmo porque a arte de se fazer fotografia não é tarefa fácil, principalmente quando o objetivo é impactar o próximo, seja qual for o tema.

Apesar de ainda pouca experiência, o ato de fotografar tornou-se algo adorável, apesar de nem sempre ter tempo para pratica-lo. Além do amadorismo mental, visual e técnico, o gosto pela produção fotográfica cresce a cada clique. Isso não acontece somente com as produções mais belas, quando elas existem, posso dizer que para mim o personagem fotografado faz com que o gosto se amplie, torando tudo mais prazeroso e fácil de fazer.

Assim como mencionado, a montagem fotografica não é tarefa facil e, o desafio se torna ainda maior quando se trabalha no tratamento de imagens. Minha experiência nesse campo é resultado de muita paciência para se chegar a um resultado final e, tudo isso ainda é dificultado pelo amadorismo mais uma vez. Entretanto não é a falta de conhecimento em programas de tratamento de imagens que me fazem gostar mais ou menos da fotografia. Para mim, a foto funciona como uma memória tangível, algo não abstrato e o mais próximo do natural possível. Porque esses tipos de memórias são capazes de nos fazer voltar no tempo, proporcionando também a oportunidade de realmente visualizar a linha do tempo, que proporciona diversas emoções quando vista na realidade de um passado.
Não existe nada melhor do que fotografar o que se gosta em sua real natureza. Viram momentos históricos que podem ser guardados e redescobertos quando desejar.

As fotos seguintes retratam exatamente os momentos que foram guardados com possibilidade de "vivenciar novamente o momento" quando se redescobre através da fotografia momentos que te marcaram.

Personagens: meu cão, Yoda e sua filha Maia. A segunda foto foi a única trabalhada em um programa de tratamento para imagens.











sexta-feira, 8 de abril de 2011

Expansão de crédito e aquecimento do mercado não será suficiente para alterações necessárias em infraestrura


           
               
  Brasil se prepara para sediar a copa do mundo de 2014

O campeonato de futebol mais famoso já tem data e lugar marcado para acontecer. Brasileiros que sonhavam em vivenciar a copa do mundo em seus país, terá agora o tão esperado desejo após 64 anos.

Um evento como esse requer grandes esforços do país, para que possa oferecer toda a infraestrutura necessária para uma comemoração tão contagiosa que move milhares de pessoas ansiosas e eufóricas, que esperam a cada quatro anos para vivenciarem tudo o que a copa do mundo pode proporcionar.

Segundo o ministério do turismo, o número previsto para turistas no Brasil em 2014 pode alcançar 8,1 milhões de pessoas, o que implicaria em inúmeros problemas caso a infraestrutura do país não seja alterada. Como já acontece com os aeroportos que desde à algum tempo, enfrentam problemas em suprir a demanda de passageiros.

Nos últimos anos o crescente número de passageiros aumentou em torno de 20% , enquanto as obras que já eram previstas para os aeroportos não saíram do papel.
A estimativa é que os 16 principais aeroportos do Brasil tenham uma demanda em torno de 187,48 milhões de passageiros, já que em 2010 a demanda de viajantes chegou a 127 milhões, o que demonstrou que a capacidade máxima já se encontra esgotada. Segundo a Infraero, está previsto um investimento total de 5,6 bilhões para as obras que visam melhorar as condições dos aeroportos.

Outras obras já se encontram em andamento. Os estádios de futebol que irão sediar os jogos estão na corrida contra o tempo para concluírem suas obras até a data limite estipulada e, muitos estão em ritmo acelerado, como acontece com o Mineirão em Belo Horizonte, que além de ter tido um orçamento de R$ 665 milhões e ter iniciado suas obras, a previsão para reabertura do estádio está marcada para 2013.

Além de outros setores que necessitam desenvolver, cresce também as preocupações sobre a ocupação dos imóveis que serão construídos ou reformados e a destinação que tomarão após os jogos de 2014, como acontece no setor de turismo. A recorrente pergunta sobre o que fazer com a gama de hotéis que serão destinados aos turistas durante o evento, veem preocupando não só os especialistas, como também a população brasileira que arcará com o alto preço dos investimentos.

De acordo com o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, a estabilidade econômica alcançada pelo Brasil possibilitou um ressurgimento dos mercados de crédito e capitais, o que possibilitou um avanço no Crescimento Interno Brtuo (PIB) no país, chegando a atingir quase 50% de aumento.

Porém, a expansão de crédito e o mercado acionário apenas não serão suficientes para atender às necessidades de aprimoramento da infraestrutura, é preciso que outras alternativas sejam tomadas e analisadas com bastante cautela, para que os brasileiros não sejam os principais à sentirem no bolso o preço alto que a copa do mundo pode oferecer.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Saint Patrick's Day em BH

                                             Saint Patrick's Day
                Evento reúne um grande número de pessoas em Belo Horizonte

A comemoração do Saint Patrick's Day é uma festa mundialmente conhecida como a celebração da implantação do Catolicismo na Irlanda. A festa acontece em vários países dentre eles no Brasil, que também aconteceu no dia 17 de março de 2011.
O evento reuniu uma grande quantidade de pessoas que se concentraram na região da savassi em Belo Horizonte, com direito à comidas e bebidas típicas. Apesar da comemoração de não ter suprido a demanda devido ao vasto volume populacional no local, a festa foi suprida de muita animação das pessoas que compareceram ao local.

Ouça aqui:

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O trabalho de poucos que traz benefícios para muitos.

  LAURA DE LAS CASAS
  3º PERÍODO.  
    
Há cerca de seis anos, em uma assembleia no Aglomerado da Serra, Região Sul de Belo Horizonte, foi sugerida a ideia de transformar um antigo terreno da prefeitura em uma horta
comunitária. Na época, o grupo de 12 pessoas pediu o aval da administração municipal para utilizar a área, e, por meio de um documento, o terreno foi liberado. "A gente entrou aqui, roçou, arrancou os tocos, adubou e plantou", conta Durvalino Quaresma, 65 anos, aposentado que é um dos poucos integrantes do grupo que participa da horta até hoje.
     
A ideia de transformar o espaço vazio em uma área de plantação não teve a contribuição de todos os participantes do grupo por muito tempo, mas mesmo com a desistência de boa parte dos integrantes, a horta continua existindo com grandes mudas de diversas verduras, como taioba, inhame, mandioca, almerão, laruta, couve, alface, tomate, limão, maracujina, erva cidreira, entre outras. O aposentado afirma que os moradores do Aglomerado procuram a horta diariamente para comprar as verduras, que são vendidas por um preço muito mais barato. Por 60 centavos, é possível deixar a horta com uma grande muda de alface. "Quando tem muita verdura, nós pegamos um carrinho e saimos pela rua vendendo elas", diz Durvalino.



Rosemaire Gomes da Silva, 43 anos, que trabalha na cooperativa de bordados da comunidade, dá total preferência aos produtos plantados na horta. "Além de gostoso e mais barato é mais saudável, pois temos a garantia de que nenhum agrotoxico é usado nesse trabalho. Eu indico pra todo mundo, minha mãe inclusive,
depois que eu falei pra ela parar de comprar no sacolão e comprar na horta comunitária, ela não quer saber de outra coisa", afirma a bordadeira. Os lucros com a venda das verduras são usados para a manutenção da mesma, comprando adubo, instrumentos de plantio e sementes novas. Durvalino afirma que esse foi um dos motivos para muitos moradores pararem de trabalhar com o plantio. "As pessoas têm que ganhar dinheiro para se sustentar, aqui não dá lucro nenhum, quase, então isso levou muita gente a pular fora. Eu fico triste, mas entendo, as pessoas não têm culpa", conta o aposentado.

  Durvalino conta que todos os dias levanta às 6h para se dedicar aos trabalhos na horta, e de lá só sai na hora do almoço. Quando não chove a tarde, volta para trabalhar mais. Para ele, ver a terra totalmente plantada e dando frutos é motivo de muito orgulho. Outro integrante da horta comunitária é o pintor José Timótio Severiano, 66 anos, que trabalha com o plantio todos os sábados. "Toda vida gostei de plantar, faço isso por prazer", conta Timótio. Ele ressalta a importância de terem conseguido a autorização da prefeitura para tomarem conta do lugar. "Não gostamos de fazer nada escondido. Plantamos com a certeza de não estar fazendo nada errado", afirma o pintor. Para ele, o fato de terem poucos integrantes atualmente na horta não atrapalha. "Desde que tenha uma pessoa pra cuidar, já está valendo, ela nos dá muita alegria", acrescenta o pintor.